Decoração: Varal Customizado

Oi, gente!

Hoje trouxe uma dica bem legal pra vocês que querem arrumar um jeito alternativo de pregarem suas fotos, posteres ou desenhos pelo o quarto. Tarãn, um varal! Certo, não é nenhuma grande novidade, mas é sempre legal encontrar uma decoração para o nosso cantinho que seja a nossa cara, não é mesmo?  

Um varal é bem fácil de fazer e provavelmente você encontrará todos os materiais em casa. Em outras palavras, CUS-TO-MI-ZA-ÇÂO :3

Hey, ho, lets go!

Passo a passo:

1) Barbante e tesoura.

BarbanteTesoura

 

 2) Pregadores.

Obs.1.: Se sua mãe é dessas moderninhas e não lava roupa em casa, você pode encontrar esses pregadores em qualquer mercado. Cada embalagem vem uns dez, e é tipo uns R$ 2,00.  

Keeprend

 

 

3) Tinta Guache e pincéis.

Obs.2.: É bom que os pinceis sejam finos, dependendo de como você queira o design dos pregadores.

TintaePincel

4) Ponha a mão na massa e pinte os pregadores do jeito que você quiser! 😀

Pregadores

Pregador2

5) Por último, encontre um lugar em seu quarto que dê para colocar o varal. Certifique-se que a tensão do barbante esteja bem alta, porque quando você pregar suas fotos ou desenhos, a tendência será de puxá-lo para baixo.

Varal1

 

Varal2

 

Um varalzinho, além de deixar o ambiente exótico, é uma ótima maneira de organizar nossas papeladas. E ainda, um excelente lugar para deixar sua obra recém pintada secar (Fica a dica artistas!). 

E aí, que tal?

Beijos mil!

 

Conto: Sob a Escuridão

Sob a Escuridão

Art Thabs

O escuro se alastra pelo duto até que há uns quinze metros uma bola de fogo ilumina a passagem. As paredes são de rocha e terra socada. O ar que circula é abafado e sinto dificuldades para inspirar. Mas é tudo o que temos. A escuridão é o que nos restou após sermos expulsos de nossa própria casa.

As lembranças daquele dia permanecem nítidas, intocáveis, assombrando minha mente para que eu nunca mais me esqueça do meu maior pesadelo. Lembro que era quase noite e ainda estava no trabalho. O céu era nebuloso, como se estivesse para chover. As nuvens ganharam tons de roxo e vermelho e se enroscavam como se fossem formar furacões, porém não tão baixas o bastante. As árvores chacoalhavam tanto que pareciam que a qualquer momento seriam arrancadas. Todos especularam que uma tempestade estivesse por vir, por mais que não fosse época de temporais.

Levantei da minha habitual mesa para pegar um pouco de café. O faxineiro, parado em frente à televisão com uma vassoura nas mãos, era um dos poucos funcionários que permaneciam no escritório. O noticiário mostrava mais um ataque provocado naqueles lados do Oriente Médio. Uma câmera amadora de celular filmava a cena de uma bomba explodindo uma vila. Beberiquei um gole orando silenciosamente para as vítimas do atentado e voltei ao meu trabalho. Faltava alguns relatórios para terminar até o prazo daquele mesmo dia e eu mal esperava para voltar para casa. Meu celular tocou e era uma mensagem da minha mãe dizendo que havia preparado costela ao molho de churrasco para o jantar. Fazia uma semana que ela estava na capital me visitando e me bateu um arrependimento por não estar fazendo companhia a ela.

Aconcheguei-me na cadeira quando um trovão estrondoso ressoou através da janela. Despertei no mesmo momento e senti o meu peito disparar em batimentos. Um relâmpago azulado atordoava o céu em cores. Observava com espanto o show de pirotecnia natural até que notei que já havia se passado consideravelmente muito tempo para o efeito persistir. E então, toda a energia da casa, ou melhor dizendo, de toda a redondeza foi cortada. Meus colegas de setor resmungaram imediatamente, nem todos tiveram a mesma sorte que eu de salvar os arquivos antecipadamente.

Nunca gostei do escuro. Ser pega de surpresa por um corte de energia me deixava desorientada. “Hora de ir embora”, pensei. Tateei minhas coisas no escuro e acendi o celular para iluminar o caminho. O resto do pessoal fazia o mesmo. Estávamos prontos para sair, quando de repente o chão começou a tremer. Recordo-me de ter visto a expressão de temor das pessoas iluminadas pelo visor dos aparelhos.  O chão tremia e entrei em pânico, mesmo me forçando a contê-lo, e engatinhei para debaixo de uma mesa. É o certo a se fazer para se precaver de um terremoto, certo? Errado. Porque não era um terremoto.

O som de passos pesados acompanhado por gritos masculinos vinha de alguma direção que não soube identificar qual. Os gritos se estacaram conforme o tremor do chão. Mantive em meu lugar, quieta, imóvel, sem saber o que estava acontecendo. E então, um som que se assemelhava a um inseto farfalhando latejou. Primeiro baixo, em seguida se intensificando. Cada vez mais grave. Procurei por algum objeto cortante para me defender e comecei a tremer ao notar o quanto estava despreparada. O mais próximo de cortante que havia era o jarro de vidro em cima da mesa. 

Uma silhueta corpulenta e esquia se formou na entrada. O barulho de inseto, ao contrário do que pensei ser coisa da minha mente, ficou mais real. A luz da lua que nunca foi tão perceptível quanto agora, o iluminou. Minha respiração se tornou pesada e tapei minha boca. Cravei meus dedos em meus próprios braços, a procura de uma salvação. O que estava a minha frente não era humano. Era um demônio. Eu… eu não sabia o que era. Ele possuía membranas, espinhos e uma pele espessa. Seus olhos eram duas bolas de cristais que apontavam para várias direções. Ele não tinha nariz, por outro lado, tinha muitos dentes. Uma extensa calda partia de seu cóccix e serpenteava por cima dos ombros. 

A criatura mirou a cabeça para o teto e expeliu um grito gutural. Nunca vi nada parecido antes, nem em filmes. Lágrimas brotaram de meus olhos e não soube diferenciar se era pesadelo ou realidade. Uma luz azul cobriu as janelas da casa e agora estávamos desprotegidas sem a escuridão. Turbinas e helicópteros vinham lá de fora. 

O bicho adentrou a sala, vindo em minha direção, e parecia inspecionar o local com um faro específico. Mais cedo possível ele me descobriria. Porém, alguém aproveitando a brecha da porta desocupada, levantou de baixo da mesa no outro canto e disparou uma corrida. Distraído do primeiro objetivo, ele se moveu como um dinossauro e parou uns cinco metros de mim, novamente no batente da entrada. Por um segundo pensei que não tinha intenção de ferir alguém, entretanto curiosamente de sua calda partiu um raio de luz em direção certeira ao homem que tentava fugir. Aproveitei para sair do meu posto e correr até uma porta adicional que me levaria a continuação do setor. Mas antes, fui hipnotizada pelo o que vi.

O raio atingiu o homem, paralisando o seu corpo. Imagino que o último movimento que teve foi o que fez com os olhos, porque em seguida ele todo fora desintegrado em farelos. O monstro se voltou para mim soberano, os olhos da besta me estudavam, como se fosse eu a estranha a invadir a sua casa. Eu não sentia os dedos dos pés e minha pele se arrepiava ao ponto de doer. Ele me apontou sua calda esboçando um próximo raio e não tive tempo nem de gritar, de chorar ou sequer piscar, apenas abri a porta e uma força maior impulsionou o meu corpo para que corresse para longe.

Um milhão de perguntas se apoderaram a minha mente, mas a única resposta que eu esperava naquele instante era a saída daquele lugar. Trombei em vários objetos, porém não interrompi o caminho. Subi as escadas e os passos pesados vinham logo atrás. Estavam possessos, eu não teria chance. Um novo raio de luz se preparava as minhas costas e ao terminar as escadas, ele atingiu a ponta do corrimão que logo desapareceu. Corri percebendo que não dava nem para me trancar em nenhuma das salas. Um segundo perdido e seria o meu fim. Então quando vi a janela no final do corredor, não pensei, apenas me joguei com toda a força do corpo para atravessá-la.  Em queda livre, vi um terceiro raio de luz atravessando a janela quebrada, perpendicular ao meu corpo.

Choquei contra o gramado recém aparado e tive dificuldades de respirar. Contudo, consegui me levantar e por sorte, ou milagre genético, nada estava fora do lugar. O céu estava dominado por aeronaves de todos os tamanhos. Humanas e não humanas. Minha mente não distinguia o que era certo e o que não era. O exército estava nas ruas. A população desnorteada. A luz azul que invadiu a casa pertencia a um objeto não identificado que pairava em cima do bairro.  Até que enfim entendi. Tratava-se de uma guerra e estávamos em desvantagem. Continuei a minha fuga até os dias de hoje e nunca mais encontrei a minha mãe. Minha casa, minha família, minha vida, tudo ficou para trás.

Há oito anos, o planeta Terra foi tomado por seres altamente desenvolvidos, dos quais nos arriscamos em chamá-los de Iluminados. Fomos sentenciados a morte, ao esquecimento. O mundo que conhecíamos, não existe mais. Tudo o que sabemos é que não nos querem como principal espécie habitante e que estão destruindo as cidades e reconstruindo habitats naturais. Alguns teóricos creem que a raça alienígena veio a fim de exterminar a raça humana por esta não ser considerada civilizada. Supõem que as guerras e a destruição do planeta motivaram sua vinda. Outros acreditam que a razão principal de remontarem os habitats de origem é porque é essencial para a sobrevivência de sua espécie.

Grupos saem em expedições camuflados para investigarem sua real história. Ao longo dos anos reunimos uma quantidade significativa de materiais para o seu estudo. Atualmente estamos aprendendo sobre o seu linguajar.  Somos divididos em seções, pessoas de tudo quanto é etnia estão juntas. Nos comunicamos através da antiga língua internacional. Cada um contribuindo com habilidades que adquiriram ao longo da vida. E mesmo que não seja a nossa especialidade, não podemos questionar. Dou suporte técnico as brocas que usamos para chegar a superfície. Nunca fiz algo parecido antes, foi a força de lutar por minha raça que me fez virar com o que tinha. 

Sou sobrevivente do maior ataque que os humanos já enfrentou e não me orgulho disso. A batalha foi desigual e precisamente rápida, pois não possuíamos recursos à altura para combatê-los. Fomos pegos de surpresa. Muitos morreram sem nem sequer ter tido a chance de saber o que estava acontecendo. Morreram à deriva do silêncio, sem protesto ou escolha. Vi crianças serem dizimadas sem piedade a minha frente e não pude fazer nada. Sem sombra de dúvidas o maior genocídio da história da humanidade. E ao que parece o último. Não sei por quanto tempo mais sobreviveremos sob estas cidades subterrâneas. A escuridão, que um dia me assolou tanto, agora é a nossa sobrevivência. Mas a pergunta que todos fazem é, até quando?

 

 

 

 

Na pista de dança, é onde quero estar.

 

 

Chris

Arte Thabs 🙂

Sinto a música mergulhar em minhas veias. Meu corpo se mexe amplo e concentrado, os movimentos são incessantes. Sinto como se não tivesse fim, que nunca vou parar. E isso é bom. Estamos conectados, eu e a música. Meus braços quentes, a pele úmida, o coração saltando. Quero mais e mais. Minhas mãos tocam o chão, subo as pernas. O movimento é rápido, mas sei que a impressão que causo ao público não é passageira. Serei lembrado por isso, pelo meu sonho e não estou sozinho. Minha equipe, meus irmãos, estão comigo. Eles me dão a força de que preciso. A batida se acelera e automaticamente acompanho. Dançar, é tudo o que eu penso e quero fazer.  Soube disso desde a primeira vez que movimentei como o ar. Como se nunca mais fosse parar. Você sabe sobre suas certezas na vida quando não deixa de amá-las. Deus tem sempre um bom plano pra você, basta querer segui-lo.

A vida é como uma lista de músicas. Quando uma canção chega ao fim, uma outra melhor ainda se inicia. Não há medo, inseguranças ou arrependimentos. Só persistência. Se eu cair, do chão não passo. O chão é a minha pista de dança, dele só posso me erguer. Estou tão certo de cada decisão que não erraria um passo mesmo se quisesse. Estou onde exatamente devo estar. Minhas maiores ambições é fazer o público me aplaudir sem parar e se puder, conquistar o coração daquela que tem um sorriso só pra mim.

Série da Vez: Mixology

TOP ROW: BLAKE LEE, ADAM CAMPBELL, ALEXIS CARRA;  MIDDLE ROW: ANDREW SANTINO, GINGER GONZAGA, KATE SIMSES, FRANKIE SHAW, CRAIG FRANK;  BOTTOM ROW: ADAN CANTO, VANESSA LENGIES

“Essa é a história de dez estranhos, uma noite, e todas as coisas estúpidas e ridículas que fazemos para encontrar o amor.” Dos mesmos roteiristas de Se Beber Não Case, é assim a chamada da mais nova série do ano, Mixology.

Cinco homens e cinco mulheres vão a um famoso bar de Manhattan em uma sexta feira à noite, sem necessariamente se conhecerem entre si. Tom é o protagonista e depois de levar um baita fora de sua noiva é arrastado por sua dupla dinâmica de amigos, Bruce e Cal, a uma noitada de curtição. Só tem um detalhe, Tom é um sujeito extremamente careta e não sai a quase uma década desde que começou a namorar sua ex. Bruce, o “transão” do trio, fará de tudo para que o amigo consiga uma garota e é então que eles conhecem Maya, uma advogada gostosona e ranzinza que não facilitará muito as coisas para Tom, e suas amigas. Porém as coisas também não parecem ser tão fáceis para Bruce, pois é rejeitado 99% das vezes por Jéssica, uma mãe solteira (por isso considerada inicialmente por ele como um “alvo fácil”) que está lá só para se distrair e disputar a atenção do bartender junto a sua amiga de infância, a nada agradável Fab. Enquanto isso Cal pode ter encontrado o amor de sua vida no bar, mesmo que seja um pouco (pouco não, MUITO) equivocado com suas certezas sobre o amor. Também há Liv, a melhor amiga de Maya, que está cansada de agir sempre tão certinha e resolve aproveitar a noite sem a companhia de seu noivo. Já Ron é um charmoso britânico, dono de uma empresa milionária na internet, que descobre naquele mesmo dia que está falido, beber é a única coisa que lhe resta. E para terminar, Dominic, o bartender boa pinta, aspirante a cantor e que é péssimo em relacionamentos. Prova disso é a garçonete, Casey, que vem saindo com ele há três meses e não recebeu nenhuma proposta que se pareça com um pedido de namoro.

Durante uma noite, e apenas uma noite, a história acontece e os personagens vão se interligando e dando um novo rumo as coisas, de um jeito que você menos espera. Eles cometerão divertidas loucuras, desde vomitar na bolsa de seu encontro às escuras até acidentalmente acertar um italiano brigão no queixo. E quem sabe, no meio disso tudo, finalmente se apaixonar. Coisas que só acontecem numa saída com os amigos, com direito a muito birita.

Deu pra rir muito com Mixology e já considero como uma das melhores séries que já vi até o momento. Uma vez que você assiste não quer parar mais, principalmente porque segue uma cronologia semelhante a de um filme. Sério, assisti tudo em menos de uma noite. São treze episódios de 20 minutos no total, é bem curtinho. A única má notícia é que parece que a série só foi produzida para essa quantidade de episódios e até então não foi renovada para uma segunda temporada.

Dá só uma olhada no trailer:

Fotografia: Belos no Horizonte – Copa 2014

Nunca vi essa cidade tão movimentada, colorida, sorridente e exótica quanto nesse período de Copa do Mundo. Maravilhada com as novas cores de BH, que de repente virou palco do mundo, não aguentaria ter que guardar a memória só na cabeça.

#CopadoMundo2014 #Savassimulticultural


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Este foi um projeto de sorrisos, obrigada a todos que participaram, até os que não sabiam que estavam participando. 😉

 

Dica: Série Greek

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Lançada em 2007 pelo canal ABC Family, Greek foi uma série americana que durou quatro temporadas, levando seu último episódio ao ar em 2011. Ambientada na fictícia cidade de Cyprus Rhodes, tem como palco as fraternidades do mundo universitário dos EUA. E eu já não adoro isso, né? Infelizmente terminei de assistir o último episódio hoje, e devo ter levado um mês para ver tudo. O negócio é realmente viciante!

A história gira em torno de Rusty, um típico nerd que acaba de entrar para a universidade CRU e segue a risca o plano de mudar seu status social, para isso sonha em entrar para alguma das fraternidades do campus. O que é bem oposto de sua irmã Casey, a loira platinada que já faz parte da fraternidade feminina número um do campus, a ZBZ e é a candidata mais qualificada para se tornar a próxima presidente da casa.

Casey namora Evan Chambers, o cara mais popular da universidade e também membro da Omega Chi, outra fraternidade potência. A vida de Casey parece perfeita, porém ela ainda não se esqueceu de seu antigo amor, Cappie. Um sujeito preguiçoso e descontraído e também atual presidente da Kappa Tau, a fraternidade ovelha negra do campus. Evan e Cappie são rivais de casas e, claro, de interesses amorosos. Tudo começa a se desenrolar quando Rusty finalmente toma a decisão sobre qual fraternidade irá fazer parte, após receber as propostas de Evan e Cappie para se tornar candidato de suas respectivas casas.

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A série durou pouco e terminou com um gostinho de quero mais, mas soube desenvolver uma história viciante durante seus quatro anos de existência. Com suas festas insanas, as enrascadas de Rusty – que uma vez fez chover cerveja -, as competições de cerveja-pong, as pérolas de Beaver, os planos mirabolantes de Cappie, Calvin que não gosta de ser estereotipado só por ser gay, as duras tomadas de decisões de Casey e de todos os outros estudantes, que além das festas, bebida e sexo, se preocupam com o futuro.

 Não dá pra assistir Greek sem se sentir fazendo parte da história, principalmente se também estiver em uma faculdade. Os personagens são tão reais, que você consegue se enxergar em cada um, ou pelo menos se entrosando com eles. E toda vez que for a uma calourada, subconscientemente vai compará-la as festas dos Kappa Taus, que na minha opinião, são sem dúvida os melhores. 

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Fotografia: Cenas de filmes interpretadas por Barbies

Toda criança tem uma mania, a minha era colecionar Barbies e assistir filmes. Quando eu era pequena era simplesmente apaixonada pelas bonecas. Lembro que todo lugar que ia, sempre pedia para os meu pais me comprarem uma. As vezes eles se aborreciam com a minha insistência, mas nunca me deixaram na mão. Depois que cresci, guardei-as numa caixa e durante muito tempo me perguntei qual era o meu propósito em ter tantas barbies naquela época e o que eu faria com elas agora (não, ainda não tive coragem de doá-las)?

Bom, era a minha brincadeira favorita porque eu podia criar várias histórias para elas viverem e até mesmo brincar daquilo que via na TV. Talvez seja por isso que eu nunca me contentava com o número de bonecas que tinha, porque eu sempre precisava acrescentar mais personagens aos enredos. Vai saber. Então, foi aí que veio a ideia de fazer uma sessão fotográfica com essas duas coisas, as bonecas e os filmes adolescentes, que me marcaram de alguma forma. Apresento a vocês minha primeira tentativa de sessão fotográfica com modelos (ainda que elas não sejam reais) na vida!

 

Confira:

 10 Coisas Que Eu Odeio Em Você


10 Coisas Que Eu Odeio Em Você10 Coisas Que Eu Odeio Em Você 1

 

 

As Patricinhas de Bervely Hills

As Patricinhas de Bervely HillsAs Patricinhas de Bervely Hills1

Easy A – A Mentira 


Easy AEasy A 1

 

 

As Apimentadas

As ApimentadasAs Apimentadas1

 

 

 Meninas Malvadas

Meninas MalvadasMeninas Malvadas 2

 

 

A Nova Cinderela

A Nova CinderelaA Nova Cinderela 1

 

 

Garota Infernal

Megan-fox.netGarota Infernal 1

 

 

Garota Veneno

Garota VenenoGarota Veneno1

 

 

 Todas Contra John

Todas Contra JohnTodas Contra John 1

Making Of

As models Coleção

 

Ken2

 

Ken sendo Ken. Ken

Produção/ Edição:  Thabs
Crédito ao vestuário e ao Ken: Luiza Rabello

Acho que encontrei uma utilidade a todas elas, né? 😉